O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), defendeu nesta segunda-feira (19) que a Polícia Federal investigue “doa a quem doer” o caso da fraude financeira do Banco Master. À CNN, ele declarou que as apurações da PF indicam que a corporação não está “aparelheda”.
“Nosso posicionamento é muito simples e direto: que seja investigado doa a quem doer. Ponto. Que haja investigação”, disse o ministro.
O ministro foi questionado sobre possíveis repercussões negativas para siglas da esquerda e integrantes do governo. Segundo Boulos, no entanto, as fraudes do Master têm “vinculo direto e orgânico com o bolsonarimo” e governadores de direita.
“Que a investigação seja feita sem precipitações, sem antecipações de culpa, mas uma investigação com transparência e com lisura”, declarou.
* Em atualização