Milhares de estudantes da USP, Unesp e Unicamp, juntamente com entidades sindicais, tomaram as ruas da zona oeste de São Paulo na tarde desta quarta-feira (20) em um ato de protesto. A mobilização, que percorreu da região do Largo da Batata até o Palácio dos Bandeirantes, teve como foco principal a crítica às políticas educacionais do governo estadual, denunciando a precarização do ensino e as privatizações.
Partindo do Largo da Batata, no bairro de Pinheiros, a marcha seguiu por importantes vias como a Avenida Faria Lima, culminando na chegada ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, localizado no Morumbi.
A organização do evento destacou que a principal pauta da manifestação era a denúncia contra a precarização do ensino e as políticas de privatização implementadas pela gestão estadual.
Participação e pautas
Os alunos da USP, que já se encontram em greve há aproximadamente um mês, representaram a maior parte dos participantes. Centenas de estudantes da Unesp e da Unicamp, que igualmente têm promovido paralisações recentes, também se juntaram ao protesto.
Entidades sindicais, sobretudo ligadas aos trabalhadores da educação, marcaram presença, reforçando o coro das reivindicações.
Entre as exigências dos manifestantes, estavam a garantia de mais recursos para a permanência estudantil, a qualificação das instituições acadêmicas, a contratação de novos professores e a implementação de políticas eficazes de moradia e alimentação para os alunos.
Fiscalização e posicionamentos oficiais
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Estudantes de São Paulo protestam contra políticas educacionais em ato na capital
Mobilização de estudantes da USP, Unesp e Unicamp percorre São Paulo e critica gestão estadual.
Portal Paraná Urgente Por Portal Paraná Urgente 20/05/2026 19:38
Estudantes de São Paulo protestam contra políticas educacionais em ato na capital
© Guilherme Jeronymo/Agência Brasil
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Milhares de estudantes da USP, Unesp e Unicamp, juntamente com entidades sindicais, tomaram as ruas da zona oeste de São Paulo na tarde desta quarta-feira (20) em um ato de protesto. A mobilização, que percorreu da região do Largo da Batata até o Palácio dos Bandeirantes, teve como foco principal a crítica às políticas educacionais do governo estadual, denunciando a precarização do ensino e as privatizações.
Partindo do Largo da Batata, no bairro de Pinheiros, a marcha seguiu por importantes vias como a Avenida Faria Lima, culminando na chegada ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, localizado no Morumbi.
A organização do evento destacou que a principal pauta da manifestação era a denúncia contra a precarização do ensino e as políticas de privatização implementadas pela gestão estadual.
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Participação e pautas
Os alunos da USP, que já se encontram em greve há aproximadamente um mês, representaram a maior parte dos participantes. Centenas de estudantes da Unesp e da Unicamp, que igualmente têm promovido paralisações recentes, também se juntaram ao protesto.
Entidades sindicais, sobretudo ligadas aos trabalhadores da educação, marcaram presença, reforçando o coro das reivindicações.
Entre as exigências dos manifestantes, estavam a garantia de mais recursos para a permanência estudantil, a qualificação das instituições acadêmicas, a contratação de novos professores e a implementação de políticas eficazes de moradia e alimentação para os alunos.
Fiscalização e posicionamentos oficiais
Houve relatos de representantes da Unesp e da Unicamp sobre supostos excessos na fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nos ônibus que transportavam estudantes para a capital pela manhã. A assessoria da PRF, contudo, não se pronunciou sobre o ocorrido.
A Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, órgão responsável pelas universidades públicas paulistas, optou por não emitir comentários a respeito da manifestação.
A Polícia Militar (PM) estabeleceu uma barricada a aproximadamente 500 metros do Palácio dos Bandeirantes. Em nota oficial, a PM afirmou ter acompanhado o evento sem registrar qualquer ocorrência. A corporação destacou que “o planejamento operacional foi estruturado para garantir a segurança de todos, preservar a ordem pública e assegurar o direito de ir e vir da população”.
O protesto transcorreu sem registro de conflitos, com previsão de encerramento por volta das 20h da mesma quarta-feira.